Refletindo sobre a vis√£o reduzida, limitada e ensimesmada.

Todos nós temos um mundo particular de desejos, objetivos, sonhos, vontades, dificuldades, mas poucos de nós exercitam a empatia no agora e com aqueles que fazem parte desse agora.

Viver cada passo dessa jornada observando os detalhes e se abrindo para as oportunidades de satisfa√ß√£o e aprendizado, de troca com o outro, de gratid√£o por aquilo que chega at√© n√≥s (e √© nosso ;)) acaba ocupando o ponto cego do nosso campo de vis√£o. Para receber os pequenos gestos de carinho, apreciar a beleza das coisas que conquistamos, ter compaix√£o com o pr√≥ximo, acolher as diferen√ßas, as dificuldades e as trocas de conte√ļdo, ouvir sem julgamento, ser grato, requer o exerc√≠cio constante de expans√£o da nossa vis√£o e um interno estruturado.

Antes de apontarmos para o outro, precisamos nos responsabilizar por tudo. Isso mesmo, TUDO! Somos os reais e √ļnicos respons√°veis por tudo aquilo que se apresenta e cria algum tipo de rela√ß√£o, de sentimento, de sensa√ß√£o, de movimento…

A partir da√≠, temos que olhar de frente a nossa luz, a nossa grandeza, os nossos valores, a nossa sombra, as nossas dores, traumas, cren√ßas… somos uma complexidade s√≥, simplificada em n√≥s mesmos. A partir da√≠, temos que:

  • Ensinar ao ego o significado da palavra humildade.
  • Ensinar ao orgulho o significado da palavra inseguran√ßa.
  • Ensinar ao medo que ele pode ser companheiro da coragem.
  • Ensinar aos nossos olhos o poder de potencializar o melhor no outro, de expandir, de enxergar al√©m, sem a n√©voa do julgamento.
  • E aprender, e limpar, e aprender, e limpar…
Lembrar que somos c√©u e n√£o nuvens. Lembrar que somos rio e n√£o √°rvores. Seguimos o fluxo…
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