Você já ouviu falar de um movimento chamado Simplicidade Voluntária (Voluntary Simplicity)?

Uma filosofia de vida, que vem se espalhando pelo mundo, cuja proposta é aumentar a qualidade de vida sem aumentar o consumismo, conscientizando as pessoas de que é possível realizar escolhas e mudanças conscientes no sentido de um estilo de vida menos estressante e desgastante para o meio ambiente e para as relações pessoais.

A afirmação da simplicidade surge do reconhecimento de que a abundância é um estado de espírito, não uma quantidade de produtos de consumo ou ‘o que’ alcançamos através deles.

Importante esclarecer que uma vida de simplicidade e equilíbrio consciente não tem nada a ver com voto de pobreza, nem estagnação econômica, mas em como evitar distrações e ocupações desnecessárias, estar disponível para as oportunidades de se viver bem.

Pelo que pesquisei, quem criou esse termo, em 1930, foi o filósofo social, Richard Gregg (1885-1974), primeiro americano a desenvolver uma teoria de resistência não-violenta e cujas ideias pacifistas influenciaram Martin Luther King Jr. Em 1936 publicou o livro “The Value of Voluntary Simplicity” (O Valor da Simplicidade Voluntária).

Depois, o americano Duane Elgin (1943), autor, palestrante, educador e ativista de mídia, se tornou referência no assunto, com suas pesquisas, estudos e a publicação do livro “Voluntary Simplicity” (Simplicidade Voluntária), em 1981. Para ele “Simplicidade Voluntária é uma maneira de viver que é exteriormente simples e interiormente rica.”

O ativista e editor da Ressurgence & Ecologist, britânico-indiano, Satish Kumar (1936) publicou recentemente o livro “Elegant Simplicity: The Art of Living Well” (Simplicidade Elegante: A Arte de Viver Bem). É isso! Se reconectar com a simplicidade de forma elegante!

É ou não é um tema muito oportuno para esse nosso momento? Você conhece alguém que já adotou ou está adotando algo parecido como filosofia de vida? Conta aqui! 🙂

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