Você já parou pra pensar porque as coisas na sua casa estão onde estão? Não estou me referindo às coisas mais funcionais e padronizadas de uma casa, como por exemplo: o fogão, a geladeira, os talheres, pratos, e tudo mais que tem endereço fixo na cozinha. Ou, o sofá, a mesa de centro, a poltrona e a TV, que habitam a sala de estar.

Estou falando sobre o seu Acervo Pessoal. Aquelas coisas que você foi colecionando ao longo da vida, durante uma viagem, um passeio por uma feira de artesanato, algo que faz lembrar uma fase da vida ou uma pessoa querida, objetos cheios de histórias e memórias, que tem um valor especial para você ou para a sua família.

Pois bem, quando você se mudou pra essa casa, onde você mora hoje, você foi distribuindo as coisas do seu Acervo Pessoal pelos ambientes, armários e superfícies, seguindo algum critério? Cores, Texturas, Tamanho, Forma, Intuição, Hierarquia, Intenção, Crença, Afinidade, Categorização? Nunca parou pra pensar nisso? Ou colocou tudo dentro de caixas e armários e até esqueceu que existem?

Que tal caminhar pelos ambientes e/ou cantinhos da sua casa tentando descobrir o prop√≥sito de cada √°rea? Escaneando cada superf√≠cie, interagindo com cada objeto. Ative os ouvidos e tente ouvir o que cada pedacinho e coisa t√™m a lhe dizer. Abra as janelas, as portas dos arm√°rios, abra as gavetas, as caixas, as sacolas‚Ķ circule e deixe a energia circular! Observe cada coisa com aten√ß√£o e sinta as sensa√ß√Ķes no seu corpo. Visite at√© mesmo o “quarto da bagun√ßa”!

Faça perguntas, como:

  • O que gosto ou gostaria de fazer nesse ambiente?
  • Gosto de ficar aqui sozinha ou acompanhada?
  • Tenho vontade de ficar muito ou pouco tempo?
  • Falta algo? Como eu me sinto?

Sinta se √© hora de movimentar algo, mudar de lugar ou de ambiente! Perceba o que pode ser descartado e j√° cumpriu sua fun√ß√£o. Lembre-se: Cada parte do todo tem a sua aptid√£o e t√™m o comum desejo de ser √ļtil a voc√™!

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